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srael pedirá 20 bilhões de dólares adicionais aos EUA para ajuda militar

10/03/2011

Israel pedirá 20 bilhões de dólares adicionais aos EUA para ajuda militar

Quarta, 09 Março 2011 01:00 teleSUR – [Tradução de Diário Liberdade]

O ministro de Defesa de Israel, Ehud Barak, disse nesta terça-feira que poderia pedir mais 20 bilhões de dólares em ajuda militar aos Estados Unidos para projetos militares com o objetivo de manter seu “avanço qualitativa” em relação aos países árabes, bem como “melhorar a segurança” dessa nação.

“O tema do avanço qualitativo de Israel no plano militar está se tornando primordial para nós e creio que também para vocês (EUA)”, afirmou Barak em uma entrevista a um jornal financeiro estadunidense. Ainda assim, indicou que “poderia ser sensato (para os Estados Unidos) investir 20 bilhões de dólares a mais para melhorar a segurança de Israel para a próxima geração”. O titular de Defesa de Israel disse que seu país “não deve temer as mudanças na região, nem os riscos que implicam realizar concessões potenciais aos palestinos em troca da paz”. Por outro lado, Barak mostrou-se preocupado de que “a nova liderança egípcia possa escapulir dos acordos alcançados no tratado de paz de 1979”, e que Irã e Síria “não sucumbam à pressão dos setores moderados no mundo árabe que estão tratando de ingressar nas sociedades árabes na modernidade”. A autoridade israelense disse que “ainda é muito cedo para dizer se o Irã aproveitará a agitação” na região árabe “para seu benefício”.

Segundo Barak, “antes da revolta popular nos países árabes estavam-se elevando as apostas para sobre quem era o mais forte, Irã ou Estados Unidos”. “Um Israel forte e responsável pode ser um estabilizador nesta região turbulenta”, disse o ministro israelense. Israel esteve envolta em ao menos seis guerras desde sua criação como Estado, entre elas a sangrenta invasão ao Líbano em 2006, que causou a morte de mais de mil pessoas e ferido a outras três mil. Um terço das vítimas eram menores de 12 anos, segundo informação fornecida pelo então Primeiro Ministro Libanês, Fuad Siniora. Segundo suas cifras, um quarto da população do país – um milhão de pessoas – foram deslocadas devido ao conflito armado. Na Europa, as críticas mais duras à ação israelense foram feitas pelo Presidente Francês, Jacques Chirac, que se perguntou se Israel buscava a destruição do Líbano e considerou sua reação totalmente desproporcional. O Presidente do Governo Espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, também foi muito crítico e declarou: “O silêncio ante o que hoje se vive no Oriente Médio podem ser arrependimentos amanhã”. A mais recente ofensiva israelense na região foi em dezembro de 2008 quando Israel lançou a operação Chumbo Fundido, uma ofensiva militar desde o ar, terra e mar, precedida por uma campanha de bombardeio aéreo sobre a Faixa de Gaza que deixou um saldo de quase 1.500 mortos, dos quais 926 eram civis, mulheres e crianças.

Segundo analistas militares, Israel gasta aproximadamente 9% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em defesa, ao redor de 17 bilhões de dólares ao ano, dos quais, recebe 3 bilhões de seu país aliado, Estados Unidos, desde 2007. O governo israelense destacou que esta ajuda militar é em virtude de um acordo que estará vigente entre ambos países até o ano de 2017, que inclui um aumento ao redor de 25% da ajuda militar estadunidense. teleSUR-

AFP-aurora-israel.co.il/kg – FC Traduzido para Diário Liberdade por Lucas Morais

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