Skip to content

Solidariedade com o povo da Palestina e todos os povos oprimidos: hoje das 18h às 20h no Largo de S. Domingos (Rossio)

02/03/2011
A PAGAN APOIA E PARTICIPA NESTA INICIATIVA DA TERTÚLIA LIBERDADE


CONCENTRAÇÃO – 4ª FEIRA, DIA 2 DE MARÇO
DAS 18 ÀS 20H.- LARGO DE S. DOMINGOS

A TERTULIA LIBERDADE, CONVIDA TODOS OS GRUPOS E PESSOAS, PREOCUPADAS COM A SITUAÇÃO DO POVO DA PALESTINA E DE TODOS OS POVOS SUBMETIDOS AO DOMÍNIO E OPRESSÃO POR PARTE DE FORÇAS ESTRANGEIRAS E NACIONAIS, A CONCENTRAREM-SE TODAS AS PRIMEIRAS 4ªS. FEIRAS DE CADA MÊS, ENTRE AS 18 E AS 20h. NO LARGO DE S. DOMINGOS, PARA PROTESTARMOS CONTRA ESSA SITUAÇÃO E MANIFESTARMOS A NOSSA SOLIDARIEDADE PARA COM ESTES POVOS.
A PRIMEIRA CONCENTRAÇÃO É JÁ NA 4ª., DIA 2 DE MARÇO
COM DIÁLOGO ENCONTRAREMOS FORMAS DE APOIO
4ª FEIRA VAMOS AO LARGO DE S. DOMINGOS!
SOLIDARIEDADE COM O POVO DA PALESTINA E
TODOS OS POVOS OPRIMIDOS
Às primeiras 4ªs fªs  de cada mês no Largo de S. Domingos
Das 18 às 20H.

MANIFESTO

O povo da Palestina, submetido a violenta opressão por parte do estado israelita, é vulgarmente ignorado pelos meios de informação dominantes. A débil opinião pública portuguesa é atraída pelas parangonas, imagens sufocantes e ensurdecedora vozearia que gira em torno das notícias da moda. Como os títulos de escândalos, raptos, sexo, crimes furibundos ou ilusórios, que podem embalar o imaginário de cada destinatário, mero consumidor alheado da realidade social.

E, no entanto, o caso do povo palestiniano, diz respeito a cada um de nós. Imagine-se o que seria a invasão de Portugal por uma enorme força estrangeira, apoiada nas armas e dinheiros dos EUA. Para nos dominar e tornar-nos estrangeiros na nossa própria terra, servos dos invasores, à sua mercê, assistindo à apropriação de terras alentejanas e minhotas, da costa do Algarve, à usurpação de quase todo o Ribatejo e muito mais. E não poderíamos frequentar esses colonatos do invasor, seríamos mesmo obrigados a exibir passaporte para nos deslocarmos na nossa própria terra. Como responderíamos, quando às pedradas dos nossos filhos, fartos da arrogância dos colonos e militares invasores, estes respondessem com tiros, assassinando as nossas crianças? Como reagiríamos?

No entanto, muito mais do que isto se passa há largas décadas no território da Palestina, onde até o nome de Palestina é proscrito, substituído pelo genérico “árabe”, para retirar a identidade à população. Tudo perante a conivência e o silêncio de muitos, de demasiados, de gente sem coluna vertebral, que há muito trocou os princípios pelos interesses.

É esta a realidade que nos envolve. Os interesses, o lucro, o domínio e a chamada política real, dominam os governos que, por seu turno, nos dominam a nós. E, no entanto, somos nós, o povo sofredor e anestesiado, que tudo produzimos, e pagamos, as próprias algemas com que nos calcam e extirpam a liberdade.

Em Portugal, como por todo o mundo, os povos, anestesiados pela propaganda massiva e por um ilusório music-hall permanente, deixam-se embalar por vãs ilusões, iludidos por falsas promessas de futuros radiosos, repetidas pelos enormes mistificadores da politica profissional e pelos grandes manitús do capital e seus mercenários da caneta. Temos de nos sacrificar por causa da crise, é tudo pela pátria, o futuro vai ser risonho, repetem até à exaustão. Mas o que está em Portugal não é de todos os portugueses! Só de alguns poucos, os mesmos de sempre. E nos outros países é o mesmo. E que democracia é esta, em que a igualdade só existe no acto do voto? A desigualdade é a regra e a democracia económica, a igualdade real, apavora esses grupo minoritários do poder e do domínio.

E, fora da Europa, dos EUA e pouco mais, é ainda pior. Abundam as tiranias, mais visíveis em África, na Ásia, por todo o lado. Se esses povos procuram libertar-se e ver-se livres das garras que os submetem, logo acorrem pressurosos os verdadeiros conselhos de administração do capital, que são os governos europeus, dos EUA e outros, a aconselhar calma, tranquilidade, consentindo um pouquinho de liberdade.

Tudo isso se tornou bem claro na revolta do Egipto, quando o povo, em greve geral e manifestações constantes, afastou o ditador. Constantemente lhe telefonava o Obama, com conselhos e exigências. Proclamava estar muito preocupado. Onde estava essa preocupação, quando ao longo de décadas o tirano roubou, assassinou trabalhadores e retirou as liberdades ao povo, obrigado a viver na miséria?

É chegado o momento de dizer basta! De vir para rua protestar, de informar, de dialogar, de manifestar o nosso apoio à luta do povo palestiniano e de todos os povos! De estabelecer solidariedades com aqueles que pensam como nós!

in Blogue da Tertúlia Liberdade

Advertisements
No comments yet

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: