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Comunicado da PAGAN a propósito dos ataques israelitas a barco turco de ajuda humanitária a Gaza

31/05/2010

CONCENTRAÇÃO DE PROTESTO HOJE ÀS 17h30 EM FRENTE À EMBAIXADA DE ISRAEL

Soldados israelitas armados até aos dentes, com apoio naval e aéreo, “venceram” activistas de apoio aos palestinianos cercados em Gaza, poderosamente armados … com materiais de construção, casas pré-fabricadas, medicamentos, cadeiras de rodas e material bélico afim.

Israel, tem beneficiado (aberta ou implicitamente) de todo o apoio político, económico e militar por parte dos países da UE e, nomeadamente, pelos EUA, no capítulo das atitudes militaristas contra os povos vizinhos e da sua política genocida contra os palestinianos.

Essa tolerância infinita permite que os israelitas continuem a contruir o Muro, a anexar território palestiniano, a asfixiar Gaza e a manter serenamente um arsenal de 150 bombas atómicas, em contraste flagrante com a atitude ocidental face ao Irão, que as não tem. Um prémio recente dado a Israel foi a sua integração, na última quinta-feira, 27 de Maio, na OCDE, que se pretende agregadora de países desenvolvidos e… democráticos.

Israel, tal como a NATO, faz parte do dispositivo militar estratégico dirigido pelos EUA. E, Israel, tal como a Turquia e o Paquistão constituem as peças essenciais da actuação dos EUA no Médio Oriente. Ainda em Novembro último o presidente do Comité Militar da NATO, Almirante di Paola esteve em Israel para estudar os métodos das “Israel Defense Forces” para liquidar civis, visando aplica-los no Afeganistão.

Não é possível continuar a tolerar Israel e o seu comportamento impune contra os palestinianos e os militantes pela paz, à sombra do que os judeus sofreram às mãos dos nazis; do mesmo modo que ninguém pode castigar, os alemães de hoje, pelos crimes de Hitler.

Exigimos medidas concretas, imediatas, claras e efectivas contra Israel, entre outras:

• Livre acesso marítimo, aéreo e terrestre a Gaza, com a cessação do bloqueio pelas tropas israelitas;
• Criminalização dos responsáveis pelo assassinato de tripulantes e activistas do navio turco recentemente assaltado pelos israelitas;

• Paragem da construção do Muro e fixação de um calendário para a destruição das partes já construidas;
• Devolução aos palestinianos de todos os territórios objecto de colonização israelita;
• Cessação de todo o apoio económico dos países da UE a Israel;
• Campanha europeia de boicote a bens israelitas (código de barras 729)
• Encerramento das representações diplomáticas e consulares de Israel na UE;

Lisboa, 31 de Maio de 2010-05-31

PAGAN – Plataforma Anti-Guerra e Anti-NATO

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2 comentários leave one →
  1. Carlos Manuel de Castro permalink
    01/06/2010 13:52

    O estado norte americano de Israel, é uma cunha cravada no coração do Médio-Oriente, para provocar a guerra conínua e permanente contra o mundo árabe e islámico. Antes da criação desse estado, inúmeras comunidades judias e cristãs viviam em paz, em todos os países dessa região. Desde que, os colonialistas ingleses gizaram esse plano e o implementaram, e no seguimento da sua transformação de facto em mais um estado norte-americano, o Médio-Oriente transformou-se numa região de violência e guerra endémica. Desde a sua criação, o estado norte-americano de Israel, tem desenvolvido uma sistemática política de terrorismo de estado, contra todos os países árabes e islámicos dessa imensa região, contra os seus líderes e as suas populações, contra o seu desenvolvimento tecnológico e o seu progresso, visando escravisar os árabes e principalmente os palestinos. Não é por acaso que, tendo o estado norte-americano de Israel desenvolvidom bombas atómicas a revelia de qualquer controle internacional, especialmente da AIEA, nunca essa Organização ou qualquer outro país europeu, manifestou preocupação. Por isso, é cada vez mais urgente a criação do estado Palestino, com capital em Jerusalém, devendo para além disso, essa cidade ser transformada numa zona de paz, e não dos ditames dos sionistas, que pretendem subverter completamente a sociologia dessa Cidade Santa, para cristãos, árabes e muçulmanos. É também admirável a submissão dos países cristãos da Europa, especialmente do Vaticano, ante a intolerância sionista em Jerusálem e os seus ataques, cercos, limitações e outras acções contra os cristãos, as ordens religiosas e os lugares santos dessa cidade. Dá impressão que, a Europa tem medo dos sionistas. Porquê?

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