ASSINEM A PETIÇÃO

2010 Janeiro 30

Galeria de fotos, posters, cartoons, contra a guerra e contra a NATO

2010 Fevereiro 9
por antinatoportugal

Comício do BE no Porto a 12 fev. 2010

É favor enviarem o que considerem estar dentro desta temática, eventualmente com uma legenda ou comentário, quando o conteúdo da imagem não seja suficiente por si próprio.

Obrigado!

Viva a Plataforma Anti-NATO!

MB

desfile de veternanos dos EUA denunciando a guerra

em Guantamano, Iraque e no Afeganistão prisioneiros são torturados

Nas Lages não?!

2010 Fevereiro 9
por antinatoportugal

“A CGTP/Intersindical apresentou no Tribunal de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, uma queixa contra os Estados Unidos tendo em vista a “reposição da legalidade” na fixação dos salários dos trabalhadores portugueses da Base das Lajes. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Alimentação, Comércio, Escritórios e Serviços dos Açores está em causa o alegado incumprimento pelas forças norte-americanas instaladas na Base do acordo laboral assinado entre Portugal e os EUA. Para Vítor Silva, não foi respeitado o dispositivo que determina que o aumento anual do vencimento dos 840 trabalhadores portugueses ao serviço na Base deve ser feito de acordo com os dados apurados num inquérito sobre o crescimento dos vencimentos na Terceira” . Leio isto no ”Açoriano Oriental”com data de 3 de Fevereiro de 2010 e relaciono com a informação recolhida em http://www.facebook.com/group.php?gid=292049153289,   segundo a qual que “os aviões F22 e F-35 vão começar a treinar sobre o Oceano Atlântico com suporte na base das Lajes. Os primeiros F22 – raptor, caças bombardeiros norte-americanos de quinta geração, vão começar a chegar aos Açores já este ano. Quanto às novas valências para a base das Lajes, o governante açoreano (André Bradford) explicou que, perante uma proposta dos Estados Unidos, no âmbito da Comissão Bilateral Permanente, para utilização da infra-estrutura para apoio a um campo de treino de caças, foi decidido que, antes de qualquer negociação política, deviam ser analisadas todas as questões militares e técnicas envolvidas nessa proposta por parte das Forças Aéreas dos dois países”. Por sua vez fico a saber que “Não foram ainda transmitidas à Comissão Bilateral Permanente conclusões desses estudos”, pelo que as declarações à imprensa do ministro da Defesa Nacional, referindo que «a resposta é uma resposta, em princípio, positiva» não são “mais do que isso mesmo: a afirmação de uma posição do Ministério da Defesa é apenas de cariz técnico”, elucidou.

Então fiquei indignada…que país é este que nunca referendou a nossa permanência na Nato? que cidadãos/cidadãs somos nós que nunca exigimos uma vistoria, uma auditoria ao impacto ambiental de uma base deste género numa ilha como a Ilha Terceira? que cidadãs/cidadãos somos nós que temos ignorado a gravidade do estado de deteorização e condições precárias em que se encontram armazenados combustíveis por toda a ilha? que cidadãos/cidadãs seremos nós se não tomarmos posição em relação a estas informações?

É necessário saber o perigo real para a ilha no seu todo, saber como estão a ser conservados os materiais ( aktamente inflamáveis), numa ilha de origem vulcânica e numa zona de sismos mais que prováveis, o impacto destes treinos nos eco-sistemas e finalmente se queremos ou não que a base das Lages se mantenha ao serviço dos senhores da guerra!

Emília Cerqueira, membro da PAGAN.

Lisboa, Portugal.

Lisboa, 23 Fev. Debate «Não Violência, Guerra e Paz» e pré-lançamento de obra de Lanza del Vasto no CNC

2010 Fevereiro 8
por antinatoportugal

Convite: 23 fev 18:00 no CNC: Não Violência e Lanza del Vasto

Para assinalar o pré-lançamento da edição portuguesa da obra chave de Lanza del

 Vasto (ver: www.sempreempe.pt/peregrinacao), Peregrinação às Fontes, por favor

associe-se ao debate «Não Violência, Guerra e Paz». Traga os seus amigos.

Na terça 23 de Fevereiro, às 18:00, no Centro Nacional de Cultura, na

Rua António Maria Cardoso, 68 – 1249-101 Lisboa, ao Chiado,

t. 21 346 67 22  fax  21 342 82 50, info@cnc.pt

(ver localização em http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=484)

Participarão na sessão Frei Bento Domingues, Jorge Leandro Rosa, Luís Lopes, António Cândido Franco, Mário Cruz, e diversas pessoas ligadas à problemática da não violência e aos Amigos da Arca, comunidade fundada em França por Lanza del Vasto, e que em Portugal ficou conhecida também pelas referências a ela feitas, e ao seu fundador, por António Alçada Baptista.

Este debate e este pré-lançamento inserem-se na sequência da acção de Manuela Bio Lourenço, dos Amigos da Arca e da ALOOC – Associação Livre de Objectoras e Objectores de Consciência desde os anos 1970-80. Lembre-se que Lanza del Vasto esteve em Portugal em Abril de 1978, em Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, onde proferiu conferências que despertaram grande afluência e interesse, tendo voltado ao nosso país no ano seguinte.

A sessão será moderada por José Carlos Costa Marques, responsável pela edição portuguesa (www.sempreempe.pt), estando a tradução a cargo de Helena Langrouva.

Planificação da guerra à porta fechada

2010 Fevereiro 7
por antinatoportugal

[ de http://www.globalresearch.ca/index.php?context=home ]

Por Rick Rozoff

Os chefes da defesa dos 28 países da NATO e um número não revelado de outros representantes de não-membros reuniram-se em Istambul, na Turquia, a 4 de Fevereiro no início de dois dias de encontros centrados na guerra no Afeganistão,  na necessidade de extraírem militares do Kosovo, aquando da transferência do controlo das operações de segurança às forças armadas embrionárias  (a Força de Segurança do Kosovo) e nos « esforços de transformação necessários para uma óptima conduta no desempenho em pleno das missões NATO acordadas.» [1] A cidade de Istambul foi o local da cimeira do bloco militar em 2004, que veio oficializar a maior expansão nos seus 60 anos de história; sete novos países de Leste Europeu e o seu fortalecimento em parcerias militares com treze nações do Médio Oreinte e de África, sob o nome de Iniciativa de Cooperação de Istambul.O presidente do comité militar da NATO, Almirante Giampaolo Di Paola, o comandante supremo aliado na Europa, o Almirante James Stavridis e o chefe máximo das tropas dos EUA e NATO no Afeganistão – em breve atingirão cifra acima de 150,000 – General Stanley McChrystal estavam entre os presentes, assim como a Alta Representante para os Negócioas Estrangeiros e Política de Segurança da UE, Catherine Ashton e o Alto representante da ONU para o Afeganistão Kai Eide assim como os ministros do interior e da defesa do Afeganistão.

Os encontros ocorreram uma semana após a Conferência Internacional sobre o Afeganistão, realizada em Londres, que por sua vez, ocorreu dois dias após os encontros do Comité Militar da NATO com os Chefes da Defesa dos 28 Estados do bloco e mais 35 de nações em parceria, com tropas estacionadas no teatro de guerra Afeganistão. Ao todo, chefes militares de 63 países. 

O General dos EUA McChrystal também presente conjuntamente com o Tenente General, Chefe do Estado Maior de Israel, General Gabi Ashkenazi e com o Chefe de estado maior das Forças Armadas paquistanesas General Ashfaq Parvez Kayani. Antecipadamente, foi noticiado pela página Internet do bloco militar que «Os diversos encontros irão debruçar-se sobre os progressos nas operações em curso e sobre o Novo Conceito Estratégico para a NATO» [2] Que 35 comandantes máximos de países não-membros da NATO estejam presentes para ouvir os planos de escalada da guerra, daquela que já é a maior guerra do mundo, é compreensível, visto as suas forças serem parte no terreno da força multinacional, para cima de 50, sob comando NATO.

Na mesma conferência discutiu-se a nova doutrina militar do bloco, no século 21 – a ex-secretária Madeleine Albright fez uma palestra sobre o assunto – o que levanta a questão de quantos chefes militares dos 35 estados não-membros podem ter participado nesta fase da discussão com os seus 28 colegas da NATO. Tal participação de elevada percentagem dos comandantes militares de topo num conclave de dois dias que decidiu sobre a guerra no Sul da Ásia e sobre a expansão do único bloco militar mundial, mesmo fora da área Euro-Atlântica  (quando, na verdade, já conduziu operações em 4 continentes) confirma que o Afeganistão serve mais do que um objectivo do Ocidente. É um laboratório para fortelecer os laços militares com nações de cada continente habitado e para construir o núcleo e fundamento de umas futuras forças armadas mundiais.
A conferência de Londres sobre o Afeganistão, foi apresentada pelo Ocidente como uma espécie de equivalente de empreitada benigna para o desenvolvimento económico ou para o planeamento de ajuda humanitária – sítio internet da Conferência descreveu-o como “A comunidade internacional juntar-se, para oferecer recursos militares e civis de apoio a uma estratégia política com liderança afegã” [3] – isto foi antecedido por dois dias de encontros entre militares de alta patente de cerca de um terço das nções do mundo no quartel-general da NATO. Depois, houve dois dias de encontros esta semana  pelos chefes da defesa da NATO e aliados. A baronesa Ashton, chefe da política externa da UE e o secretário da ONU, Eide (que anteriormente ocupava um posto comparável na Bosnia e Kosovo e fora o embaixador da Noruaga junto da NATO, de 2002 até 2006) participaram ambos na conferência de Londres e estavam também no conclave da NATO de Istambul. 

(Javier Solana, que antecedeu Ashton, foi Secretário geral da NATO de 1995 a 1999 antes de se tornar no Alto Representante da UE para política externa e segurança, um título ligeiramente retocado pelo Tratado de Lisboa, efectuou a «passagem de testemunho» sem sobressaltos) 

Reciprocamente, na conferência de Londres foi interveniente o secretário-geral da NATO Fogh Rasmussen que disse, entre outras coisas, “com mais de 85,000 soldados de 44 nações em campo no Afeganistão – e para cima de 39,000 foças adicionais que estão a chegar dentro de semanas e meses – a Força Internacional de Assistência para a Segurança  [ISAF] permanece a prioridade máxima da NATO.” [4]  

Se houvesse necessidade de maior prova de que a ONU está ao serviço da NATO e não o inverso, com a UE sendo o mordomo civil da NATO,  e que os três estão subordinados aos EUA, bastaria olhar para os eventos da última semana e o painel de seus participantes. 

A cadeia de comando começa em Washington e as ordens ladradas daí são obedecidas em Bruxelas e New York City.

As duas organizações com sede em Bruxelas, a « aliança militar dos estados democráticos na Europa e na América do Norte» (A definição que a NATO dá de si própria) e  o “Super-estado militar europeu” (assim se referem os partidso de oposição irlandeses aos efeitos dos tratados de  Nice e de Lisboa), estão afectados por verborreia nervosa (echolalia), papagueando a posição dos EUA sobre os conflitos armados actuais e sobre aqueles que têm potencial para se transformarem nisso, no mundo inteiro – Afeganistão, Iraque, Geórgia-Rússia, Geórgia-Abcásia, Geórgia-Ossétia do Sul, Iraque Rússia—Ucrânia, Kosovo, Bosnia, Somalia, Yemen, Colombia, Myanmar, Sudão, Tchade, República Centro-Africana, Coreia do Norte, Zimbabwe, Israel-Líbano, Líbano-Síria, Israel-Palestina, Macedónia, Costa do Marfim, Djibouti-Eritreia, Transdniestre e todos os que estão para vir – com uma impressionante fidelidade nesta época, inconsistente em tudo o mais. 

A condenações, a retórica e ameaças produzidas pelo secretário de estado dos EUA e pelo embaixador junto da ONU, poderiam bem ser apresentadas em triplicado.
Os que representam a Rússia e China, membros permanentes do Conselho de Segurança podem, ocasionalmente, ontualmente, bloquear acções do Ocidente contra terceiras partes indefesas na ONU, mas Washington sai sempre com um mandato e tem a palavra final na selecção dos vice-reis para complementar as forças militares dos EUA e da NATO, no terreno, nas nações subjugadas.

Um exemplo recente foi durante o segundo dia dos encontros do Comité Militar da NATO em Bruxelas e um dia antes da conferência em Londres sobre o Afeganistão, « uma conferência internacional » sobre o Yemen teve lugar em londres, tendo o Primeiro-Ministro britânico Gordon Brown sido responsável pela sua convocação a pretexto …do ataque bombista falhado num voo para Detroit,EUA, em 25 de Dezembro” [5]

Isto merece ionstistência. A captura nos EUA de um nigeriano supostamente treinado no Yemen levou aque o chefe britânico convocasse representantes do Grupo dos Oito  (Grã-Britanha, Canada, França, Alemanha, Itália, Japão, Rússia e os EUA), o Conselho de Cooperação do Golfo (Bahrain, Kuwait, Oman, Qatar, Arabia Saudita e os Emitaros Árabes Unidos), o Egipto, a Jordânia – mas não a Liga Árabe – a Turquia e a União Europeia, as Nações Unidas, o Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional” para estimular a luta contra Al Qaeda….” [7] Em breve 50,000 soldados não- estadounidenses serão mergulhados no Afeganistão porque o bloco invocou o Artigo 5 de providências de devesa colectiva, em 2001… para combater Al-Qaeda.

O sempre obsequioso Secretário-Geral da ONU Ban Ki-moon  emprestou legitimidade a esta charada norte-americana e britânica, no dia seguinte na Conferência sobre o Afeganistão, ao discursar perante os 28 ministros dos estrangeiros membros da NATO  e as dúzias de não-membros participantes na Força Internacional de  Assistência Segurança.

O Yemen juntou-se à ex- Jugoslávia, ao Afeganistão e ao Iraque como alvo da « assistência e estabilização » ocidental. A NATO irá efectuar mais sessões de planeamento com montes de chefes militares e ministros dos estrangeiros, e não apenas para a guerra no Afegnistão.

O seu Novo Conceito Estratégico não conhece limites geográficos.

Notas

1) NATO, February 3, 2010 
   http://www.nato.int/cps/en/SID-07E5106A-22C87D27/natolive/news_61170.htm?]
2) NATO, January 25, 2010 
   http://www.nato.int/ims/news/2010/n100126e.html
3) Afghanistan: The London Conference       
   http://afghanistan.hmg.gov.uk/en/conference 
4) http://www.nato.int/cps/en/natolive/opinions_61101.htm
5) Deutsche Presse-Agentur, January 28, 2010
6) Reuters, January 27, 2010

B.E. ORGANIZA SESSÃO Coop. Árvore (Porto) SOBRE “a NATO e a Guerra”

2010 Fevereiro 6
por antinatoportugal

Sessão pública  a 12 de Fev. sobre a NATO e a guerra com Catarina Martins, Fernando Rosas e Mário Tomé
Porto, na Cooperativa Árvore, 21h
Mais informações em: http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=29&Itemid=124

Militantes da paz entram em base aéra de Limburgo (Bélgica)

2010 Fevereiro 5
por antinatoportugal

ver mais informação em:

 http://www.pt.indymedia.org/node/561

HOJE, 5 FEV. MANIF. DA FUNÇÃO PÚBLICA: PARTICIPA NA RECOLHA DE ASSINATURAS DA PETIÇÃO CONTRA A GUERRA*

2010 Fevereiro 5
por antinatoportugal

* Hoje, a partir das 15 h. haverá um ponto de encontro, junto a uma banca nos Restauradores, para recolha de assinaturas do abaixo-assinado «Pela Retirada Imediata das Tropas Portuguesas do Afeganistão».

Encorajamos os/as membros e simpatizantes da PAGAN a distribuir tarjetas e ajudarem a recolher assinaturas em abaixo-assinados.

Naturalmente estamos com a população trabalhadora, com os/as trabalhadores/as da administração pública e iremos participar activamente no cortejo,  lado a lado com os/as trabalhadores/as dos sectores respectivos.

Ao fim do dia, pelas 18 h. haverá um debate sobre «o que é a NATO», aberto a quem nele quiser participar na R. do Salitre nº139, 1º (Ateneu Libertário de Lisboa)

Boas lutas!

MB

“Vive-se nos Açores um péssimo ambiente laboral”

2010 Fevereiro 3
por antinatoportugal

CGTP processa EUA, por desrespeito de acordo laboral da Base das Lages

“Vive-se nos Açores um péssimo ambiente laboral”

Segundo o dirigente sindical Vítor Silva, o primeiro mês de 2010 “não trouxe nada de bom” com a situação social e económica dos trabalhadores a agravar-se com o aumento dos problemas salariais em cada vez mais empresas e com o aumento do desemprego resultante do fim dos contratos de trabalho, do encerramento de empresas, dos despedimentos e das rescisões por justa causa dos contratos por parte dos trabalhadores. “Infelizmente há cada vez mais famílias com dois desempregados, criando-se situações de precariedade alimentar. Algumas têm grande dificuldade em recorrer aos apoios da segurança social.
Sempre viveram do seu trabalho e têm vergonha de pedir apoio. Cerca de 20 por cento dos desempregados açorianos não recebem subsídio”, disse.
O sindicalista afirma também estar preocupado com o “péssimo ambiente laboral” existente nos Açores, com algumas entidades patronais “a exercer pressões diárias sobre os trabalhadores, sobre os delegados e dirigentes sindicais e a deixar ao abandono os trabalhadores.

[…]

 “É vergonhoso que algumas empresas nem a segurança social paguem aos seus trabalhadores, deixando estes em maus lençóis em caso de doença do próprio ou dos seus familiares”,acrescenta Vítor Silva.

Novo processo contra os Estados Unidos

A CGTP/Intersindical apresentou no Tribunal de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, uma queixa contra os Estados Unidos tendo em vista a “reposição da legalidade” na fixação dos salários dos trabalhadores portugueses da Base das Lajes.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Alimentação, Comércio, Escritórios e Serviços dos Açores está em causa o alegado incumprimento pelas forças norte-americanas instaladas na Base do acordo laboral assinado entre Portugal e os EUA. Para Vítor Silva, não foi respeitado o dispositivo que determina que o aumento anual do vencimento dos 840 trabalhadores portugueses ao serviço na Base deve ser feito de acordo com os dados apurados num inquérito sobre o crescimento dos vencimentos na Terceira.

PNL pedro nunes lagarto
Fonte: Açoriano Oriental, 3 de Fevereiro de 2010

Homenagem a Howard Zinn

2010 Fevereiro 3
por antinatoportugal

Citando*: « A única solução reside portanto num movimento de recusa em massa. à semelhança do que aconteceu a 15 de Fevereiro de 2003, quando 10 a 15 milhões de pessoas manifestaram-se no mundo, contra a guerra no Iraque.
Como dizia Einstein: « As guerras param quando as pessoas recusam combater. » Foi assim no Vietname, quando um número importante de jovens estado-unidenses recusaram ir combater. Ou o caso de Israel, hoje em dia, em que uma parte da juventude  recusa fazer a guerra. São estes actos de resistência que é preciso multiplicar. »

[....]

*

artigo em francês: http://www.article11.info/spip/spip.php?article684

A Ascenção de «Chimérica»

2010 Fevereiro 3
por antinatoportugal

Artigo da edição em inglês do semanário alemão «Der Spiegel» http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,674848,00.html

Dois Super-poderes abarcam o Mundo; a ascenção de Chimérica

Traduzo excerto: Nunca estiveram as duas potências mais dependentes uma da outra do que hoje. Sem o mercado americano e os investimentos americanos, as coisas não teriam o bom aspecto que têm, na China. Mas, ao mesmo tempo, muitos americanos estariam a lutar para sobreviver durante a presente crise económica sem os bens de baixo preço, importados da China. E o governo americano não poderia continuar a funcionar se o banco central chinês não comprasse uma fatia tão grande da dívida dos EUA. No ano passado, a China adquiriu títulos do tesouro dos EUA no valor de cerca de 800 milhares de milhões de dólares, cerca de 570 milhares de milhões de €.

[...]